Aproxime-se

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sábado, 7 de dezembro de 2013

31# Tudo é nada assim nada é tudo xx

Tudo é nada assim nada é tudo

Um olhar introspectivo de mim
No topo da montanha da melancolia
Não tinha nada pra fazer, eu sentei e me vi
E as escuridão cobria o dia e tudo que se via
Nem todo sorriso é  de alegria
Nem todo  abraço é pra confortar
A realidade se divorcia da fantasia
A mão que se estende também pode ferir

E não há de nada de maligno ou enlouquecedor
A simples verdade faz um som insurdecedor
Oi, eu sou você, poderia me responder?
Há razão no sofrimento que se repete?
O quanto os outros se importa com a dor que você carrega?
E se você pudesse explicar, alguém entenderia?
Ele simplesmente nega e começa dizer coisas a si
Você sabe onde é o inferno?

Ele ri, aponta para sua cabeça e diz: Aqui
Sentado desenho uma linha, ningém pode passar daqui
Mas se você estiver cansado de não conseguir
Você pode sentar, eu estarei te esperando aqui
Tudo realmente não importa
Tudo é nada, e nada é meu
Qualquer um pode vê
Que nada realmente importa pra mim

André Araujo Ribeiro

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