A garota da densa névoa
Uma fênix se abre no meu peito
Ela acende o meu desejo e me chama
O calor proximo da boca
E queima, queima, e me conforta
Ela me chama e me acende e me chama
Eu digo não mas vou, não
não, não, não e vou
Ela me escuta e me chama, e me chama
Nosso amor se icendeia e deixa marcas
marcas de cinzas no chão, como lembranças
Rastros do incendio que se consumiu
O amor que se queima em consumo próprio
Um amor que queima enquanto te consome
Um amor que traga e te respira
não, não, não, eu não vou
Ela me escuta e me chama, e me chama
Ela acende o meu desejo e me chama até o fim
Ela acende o meu desejo e me chama
O calor proximo da boca
E queima, queima, e me conforta
Ela me chama e me acende e me chama
Eu digo não mas vou, não
não, não, não e vou
Ela me escuta e me chama, e me chama
Nosso amor se icendeia e deixa marcas
marcas de cinzas no chão, como lembranças
Rastros do incendio que se consumiu
O amor que se queima em consumo próprio
Um amor que queima enquanto te consome
Um amor que traga e te respira
não, não, não, eu não vou
Ela me escuta e me chama, e me chama
Ela acende o meu desejo e me chama até o fim
André Araujo Ribeiro
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