Motor
O seu fantasma veio e me tomou
em sua mão e disse que não há nada aqui
Mas não parecia que ela ia me deixar
O seu secreto olhar me guiava em uma direção
Ela faz a engrenagem girar
Eles não percebem
Que é da sua permissão que eles precisam
E o que se atrevessa na reação
É um motor que começa roncar
Quando ela põe as chaves
Se você consegue invocar a força
Tente resistir a esse ritual carnal
O teste dos corpos é tribal e quase necessário
O mau primal e aceito até seu fim
Quando você vai chegar, quando
Meus mecanismos não engenham se você
Quando
A adoração de um momento
cultuado por toda uma geração e geração
É no instante e diante da sua agonia que você percebe
Que sozinho não dá, não dá
Se não for a chave, é algum manual
Ou uma força natural talvez
Que faz mover a engrenagem mais profunda
Que permitir o motor começar a roncar
em sua mão e disse que não há nada aqui
Mas não parecia que ela ia me deixar
O seu secreto olhar me guiava em uma direção
Ela faz a engrenagem girar
Eles não percebem
Que é da sua permissão que eles precisam
E o que se atrevessa na reação
É um motor que começa roncar
Quando ela põe as chaves
Se você consegue invocar a força
Tente resistir a esse ritual carnal
O teste dos corpos é tribal e quase necessário
O mau primal e aceito até seu fim
Quando você vai chegar, quando
Meus mecanismos não engenham se você
Quando
A adoração de um momento
cultuado por toda uma geração e geração
É no instante e diante da sua agonia que você percebe
Que sozinho não dá, não dá
Se não for a chave, é algum manual
Ou uma força natural talvez
Que faz mover a engrenagem mais profunda
Que permitir o motor começar a roncar
André Araujo Ribeiro
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