A chama que dói
O olhar que se encontra
A pergunta que se gera
O pedido que se inicia
A chama que se acende
A dor que arde e arde
E dois fantasmas se aproximam
Dois universos que se chamam
Dois pássaros que se prendem
Os desejos se atendem, se entendem
A chama que se icinera
A dor que arde e arde
Dois universos que se chamam
Dois pássaros que se prendem
Os desejos se atendem, se entendem
A chama que se icinera
A dor que arde e arde
O ser vai do outro lado do encontro
E o que há por vir é pra ser
O sol nasce e a lua se despede
O chuva cai em tristeza do outro
A chama que se prolifera
E se prolifera e ilumina em furor toda a selva
A floresta profunda arde em dor e temor
E o sinal que sobe e mancha o céu
Arde, e arde, e arde a dor
A violenta energia dissipada
Éo amor entre dois seres em tremor
E o que há por vir é pra ser
O sol nasce e a lua se despede
O chuva cai em tristeza do outro
A chama que se prolifera
E se prolifera e ilumina em furor toda a selva
A floresta profunda arde em dor e temor
E o sinal que sobe e mancha o céu
Arde, e arde, e arde a dor
A violenta energia dissipada
Éo amor entre dois seres em tremor
André Araujo Ribeiro
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